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Carrilho reage à suspensão do julgamento
Bárbara Guimarães invocou falta de imparcialidade da juíza.
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15/05/2017 15H32
Manuel Maria Carrilho
Foto: David Martins
Manuel Maria Carrilho já reagiu à suspensão do julgamento que o opõe a Bárbara Guimarães. Na semana passada, a apresentadora da SIC invocou, mais uma vez, a falta de imparcialidade da juíza Joana Ferrer. O antigo ministro considera que, com esta decisão, Bárbara quis impedir que o filho, Dinis, de 13 anos, testemunhasse. A sessão estava marcada para esta segunda-feira. 

Leio o comunicado de Manuel Maria Carrilho:

"Quando, depois de mais um ano de sucessivas audiências dedicadas à prova da (falsa) acusação de violência doméstica feita contra mim pela minha ex-mulher, a defesa se preparava para começar a apresentar a sua prova, eis que o advogado de Bárbara Guimarães apresenta no Tribunal um novo "incidente de recusa" contra a Juíza do processo, o que suspende automaticamente a continuação do julgamento por um período de tempo que não será inferior a um mês e meio.

Só quem for muito distraído não vê que este estratagema adotado por Bárbara Guimarães tem tudo a ver com o facto de a 1ª testemunha da defesa, que estava previsto ser ouvida justamente hoje, dia 15 de maio, pelas 10h da manhã, ser o meu filho Dinis. Mas com este estratagema não conseguirá mais do que adiar o inevitável, como já aconteceu das outras vezes em que o Dinis testemunhou, prestando declarações que foram sempre certificadas como credíveis pelo Instituto de Medicina Legal.

Importa, no entanto, sublinhar que, embora indicado por mim, foi a mãe (Bárbara Guimarães) que trouxe o Dinis Maria para o processo, ao afirmar repetidamente nas acusações que me fez que foi por mim agredida, psicológica e fisicamente, na presença do Dinis. Mais uma mentira, a que ela agora – como a tantas outras - não sabe como fugir..

Depois de sucessivas audiências de julgamento em que as suas próprias testemunhas faltaram em catadupa, percebe-se o natural receio que a minha ex-mulher tem revelado dos testemunhos a apresentar pela defesa, que ela sabe que não faltarão ao tribunal, nem deixarão de lá contar toda a verdade.


O que se pretende com estas manobras é muito claro: trata-se não só de prolongar a suspeita sobre mim decorrente das suas falsas acusações, como também de exercer uma ilegítima e intolerável pressão sobre os tribunais

Apesar de consternado com este lamentável e condenável comportamento – e sobretudo pelas consequências que este processo sem fim tem sobre as crianças – confio em que a Justiça prevalecerá sobre os pequenos truques e a batota de quem a quer pôr em causa, minando os alicerces do Estado de Direito."
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