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Lifestyle
Onde fica a pista de dança mais próxima?
João Vieira lança segundo disco do projeto White Haus
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Miguel Azevedo
17/10/2016 20H47
Foto: D.R.

Há uma faixa com o título ‘Put My Name On Your List’ (‘põe o meu nome na tua lista’) no novo disco dos White Haus (‘Modern Dancing’) que podia perfeitamente servir como ‘palavra’ de ordem a quem tem andado distraído nos últimos três anos e não reparou que João Vieira já é mais do que o DJ Kitten ou o vocalista e guitarrista dos X-Wife. Sim, o nome dele é para pôr naquela lista de músicos que merecem ser procurados e ouvidos, quase com sentido de obrigatoriedade.

O seu novo projeto White Haus, que arrancou há três anos como uma proposta meramente individualista, cresceu e chega agora até nós com dimensão de banda. O segundo disco, ‘Modern Dancing’, soa a festa, exige espetáculo, requer palco e, já agora, reclama por uma bela pista de dança. "Isto era para ser uma continuação da minha carreira como DJ, para ser uma coisa a solo toda feita por mim, mas nestes últimos dois anos acabei por ser acompanhado por uma banda que fez crescer o projeto e que lhe conferiu uma vertente de espetáculo que não tinha", explica João Vieira, um melómano assumido, que faz da música de dança a sua matéria-prima e dos sintetizadores e das linhas rítmicas os seus instrumentos de escopro.

Composto por dez temas e gravado em duas fases ("a primeira compreendeu os dois primeiros singles, que levaram muito tempo a escrever porque andava em concertos, e a segunda correspondeu a um período criativo em que andava mais inspirado", diz), ‘Modern Dancing’ é um disco mais positivo do que o anterior no âmbito do projeto White Haus.

"Este é de facto um trabalho mais colorido, até porque o primeiro vinha de uma fase mais negra da minha vida. Tive alguns problemas pessoais e complicados que fazem parte da vida e também atravessei uma fase de ansiedade muito grande em relação ao projeto até tendo em vista a internacionalização. Neste disco tentei libertar-me disso", desabafa João Vieira. "Este é um disco de libertação. Enquanto me quiserem ouvir já me posso dar por satisfeito", adianta ainda o músico, que este ano passou por quase todos os grandes festivais de verão em Portugal.

"Neste momento estou a tentar ser um tipo mais positivo porque acho que as pessoas gostam mais. Neste álbum tentei até explorar um lado mais leve e mais cómico. Deixei-me levar por aquilo que queria fazer. Não tive medo de arriscar."

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