Eduardo Cintra Torres
É mesmo gozar com quem trabalha
Araújo Pereira mudou de canal, mas não de programa.
Araújo Pereira mudou de canal, mas não de programa.
As instâncias do poder, políticas ou de saúde, insistem na necessidade de não se espalharem rumores nem pânico sobre o Covid-19.
A meia-final do Festival RTP foi de fugir para a Antártida.
Em português, ‘boa morte’ referia-se à morte lenta de um moribundo espiritualmente preparado.
As últimas décadas deram um novo viço aos «fait divers» com a multiplicação de câmaras, imagens em movimento.
Parasitas, quem? Da classe alta ou da classe baixa? Todos?
Polanski, de origem judaica, sofreu a perseguição nazi. A mãe morreu em Auschwitz. O pai sobreviveu.
Para descansar dos autocarros do futebol, 48 horas de avião.
Arrasam-se com palavras inculcadas as subtilezas da liberdade do pensamento e da acção.
«Joker»: embalar coitadinhos com uma estória idiota.
O estudo da Marktest contabilizou 2221 notícias protagonizadas por Costa e, em segundo lugar, por Marcelo, com 1677.
É assim desde 1976, mesmo quando o PSD fez a AD ou o PS se salvou pela poção mágica da geringonça.
Estas emissões são êxitos de audiência. dão a uma parte do público o que ele quer ouvir e, se calhar, ver.
O humor ainda sobrevive à censura do politicamente correcto.
De ano para ano, o conjunto fica mais pequeno, com a fuga de audiências para o cabo e plataformas na Internet.