“A Bárbara nunca recuperará a vida profissional”

Júlia Pinheiro é uma das testemunhas de Bárbara Guimarães.
Júlia Pinheiro
Júlia Pinheiro, Bárbara Guimarães, Manuel Maria Carrilho, Campus de Justiça, João Vieira Pereira, José António Saraiva, Rogério Leitão
Foto: Duarte Roriz
14 mar 2017 • 01:30
Rita Silva Resendes e Vânia Nunes
Júlia Pinheiro foi esta segunda-feira ouvida no Campus de Justiça de Lisboa como testemunha de Bárbara Guimarães, no processo de violência doméstica contra Manuel Maria Carrilho.

Na sala de audiências, a diretora executiva de Conteúdos da SIC reforçou que o caso "destruiu emocionalmente" a apresentadora. 

"Isto nunca passará. A Bárbara nunca recuperará a vida profissional", disse, explicando o porquê do afastamento da apresentadora dos Globos de Ouro: "Está insegura. Percebemos que o olhar do público a pode prejudicar. E o olhar do público é o nosso negócio."

Declarações que causam surpresa, três dias depois de Bárbara Guimarães ter revelado que tem projetos. "Eu sei quando regresso mas não posso dizer. Estou em fase de reuniões e o programa é interessante. A Gabriela [Sobral, diretora de Programas da SIC] depois revela. Este ano estou de volta à televisão, prometo", garantiu.

Gabriela Sobral também terá voltado com a palavra atrás. É que, em fevereiro, a responsável do canal de Carnaxide afirmou em tribunal que era "difícil ter um rosto do canal envolvido em tanta polémica". "Se não fosse esta exposição estou convencida que a SIC aproveitava mais a Bárbara. Enquanto durar este processo, a SIC vai manter a postura que tem tido", explicou Gabriela Sobral.

Ontem, foram ainda ouvidos Rogério Leitão e os jornalistas João Vieira Pereira e José António Saraiva.
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