A irreverência saiu às ruas no 2.º dia da ModaLisboa

Ricardo Preto, Béhen e Constança Entrudo apresentaram propostas marcadas pela sofisticação e elegância.
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
O projeto Béhen, da criadora Joana Duarte
10 out 2020 • 01:30
Carolina Cunha

A 55ª edição da ModaLisboa é palco dos maiores talentos nacionais na indústria da moda.

Ricardo Preto, um dos nomes mais sonantes da moda em Portugal, foi um dos nomes em destaque nos primeiros dias do evento, que arrancou na quinta-feira, com um desfile dominado por tecidos leves em tons monocromáticos na passerelle improvisada no Jardim Amália Rodrigues, por cima do Parque Eduardo VII.

O designer com uma carreira nacional e internacional apostou numa coleção única em que dominaram tons como o preto, o amarelo, o azul-escuro e o verde.

No segundo dia do certame de moda lisboeta, Béhen, um projeto criado por Joana Duarte, apostou em " peças únicas feitas a partir de têxteis antigos ou tecidos com a magia do tempo".

Também Constança Entrudo, que garante que a sua "criatividade não se deixa moldar por regras", apresentou propostas irreverentes com uma forte aposta em renda e bordados em peças assimétricas.

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