As jóias de que Amália Rodrigues mais gostava

Ourivesaria minhota recria as mais belas peças de Amália.
Álvaro Freitas, CEO da Ouronor, oferece Medalha do Centenário ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa
Álvaro Freitas, CEO da Ouronor, oferece Medalha do Centenário ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa
Foto: Direitos Reservados
02 jul 2020 • 01:30
Secundino Cunha
No mês em que Portugal celebra o centenário de Amália Rodrigues, a empresa de ourivesaria Ouronor, da Póvoa de Lanhoso, lança uma coleção de joias em que recria as peças que a "diva do fado" mais gostava.

"Ela gostava muito de joias e, para além de as escolher segundo as ocasiões, cada uma tem uma história para contar", disse ao Correio da Manhã Álvaro Freitas, CEO da Ouronor.

É o caso, por exemplo, dos ‘Brincos de Deusa’, que foram oferecidos a Amália pelo futuro marido, César Seabra, no emblemático Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Ou dos ‘Brincos de Lata’, que "chocalhavam" quando os usava e que eram o terror dos técnicos dos estúdios de gravação. Há ainda, entre outras, o ‘Alfinete Estrela’, que a acompanhava sempre e que um dia perdeu em Paris e obrigou toda a equipa a calcorrear a cidade até o encontrar.
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