Bárbara acusada de manipular imagens

Defesa de Manuel Maria Carrilho afirma que vai avançar com uma queixa-crime.
Bárbara Guimarães
Bárbara Guimarães, SIC, Lisboa, Hospital de Santa Maria, Carlota, Manuel Maria Carrilho, Dinis
Foto: David Martins
28 jul 2017 • 01:30
Bárbara Guimarães está a ser acusada de manipular imagens apresentadas em tribunal.

No segundo dia de alegações finais, referentes ao caso de violência doméstica ocorrido na polémica madrugada de 21 de maio de 2014, o advogado de Manuel Maria Carrilho garantiu que a apresentadora cortou 10 minutos de gravação das imagens de videovigilância por forma a não comprometer a sua defesa.

"As imagens foram inteiramente manipuladas", afirmou Paulo Sá e Cunha durante a sessão, ontem, no Campus de Justiça, em Lisboa.

O causídico assegurou ainda que vai avançar com uma queixa-crime por manipulação de imagens para enganar o tribunal.

Recorde-se que na madrugada de 21 de maio de 2014, o ex–ministro da Cultura deslocou–se a casa de Bárbara Guimarães depois de ter recebido, às 5h38, uma chamada do filho a queixar-se de estar sozinho em casa com a irmã.

Carrilho terá entrado no apartamento às 5h49. Foi expulso por Kiki Neves, à data companheiro de Bárbara, às 6h00.

Mas na gravação encontram–se em falta os 10 minutos em que Carrilho esteve dentro de casa e que poderiam provar tudo aquilo que se passou, inclusive o alegado "empurrão contra a parede" à ex-mulher.

Este facto continua a ser negado pelo professor universitário.

Contacto pelo CM, o assessor de Bárbara Guimarães recusou fazer comentários.
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