Carlos Anjos: “Deixemos o padre de Pedrogão ser feliz”

Carlos Anjos é presidente da Comissão de Proteção às Vítimas de Crimes.
Carlos Anjos  é presidente  da Comissão de Proteção às Vítimas de Crimes
Carlos Anjos é presidente da Comissão de Proteção às Vítimas de Crimes
Foto: Mariline Alves
29 jul 2019 • 01:30
CM: Vítor Constâncio e Joe Berardo entram num bar. Acabe a história…
– Por vergonha e por medo do que os outros possam pensar, fingem não se conhecer. Como disse Constâncio, os seus 70 anos têm implicações na memória, inclusive na memória visual, digo eu.

Encontra Marcelo e João Félix na rua. Com qual deles tira uma selfie?
– Com tantos seguidores que cada um dos dois tem, certamente não conseguiria chegar ao pé de nenhum deles. Mas tirar selfies, confesso é algo que não gosto. Só tenho fotos com amigos e nenhum deles faz parte do meu lote de amigos.

Uma mulher fala alto ao seu lado. Quando se vira para lhe chamar a atenção vê que é a Cristina Ferreira. Como reage?
– Questão impossível. Antes de identificar a Cristina Ferreira pelo tom da voz, saberia que ela estava lá pela multidão que estaria em redor dela. Sairia era daquela confusão o mais depressa possível.

Antigo padre de Pedrógão Grande é visto a sair de uma sex shop. É motivo para sorrir ou para se benzer?
– Coitado do Padre. Para mim, agnóstico, não era motivo para sorrir, nem para benzer. Para o padre seria uma necessidade. Mas deixemos o padre com alegria e água benta ser feliz. Depois do que passou em Pedrógão, merece perder o stress. As questões disciplinares, essas são contas de outro rosário...

António Costa é o nadador-salvador da sua praia. Arrisca entrar na água?
– Sempre entrei na água sem conhecer o nadador-salvador. Qual seria a razão para o deixar de fazer com António Costa?
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