Discoteca com saudades da filha de Costa

Catarina trabalhava como relações-públicas na discoteca Bliss.
Foto: Duarte Roriz
06 ago 2016 • 04:03
Marco Pereira
A trabalhar na discoteca Bliss, em Vilamoura, desde o passado dia 16 de julho, Catarina Costa, filha do primeiro-ministro, António Costa, era vista como uma "empregada modelo".

"É uma rapariga tranquila, discreta e trabalhadora", conta ao Correio da Manhã uma fonte daquele espaço noturno, que viu a relações-públicas despedir-se a pedido do pai, devido à exposição ao perigo.

"Nunca houve qualquer problema com ela na discoteca. Foi sempre bem tratada e penso, inclusivamente, que ninguém a reconheceu", acrescenta a mesma fonte.
Catarina, de 23 anos, estava no Bliss desde a inauguração e era responsável por receber os clientes. Nas últimas semanas, a jovem era vigiada por três agentes do Corpo de Segurança Pessoal (CSP) da PSP depois de o SIS (Serviço de Informações de Segurança) ter elevado o nível de risco para os familiares de António Costa. Catarina era acompanhada até no interior da discoteca.

O primeiro-ministro, a mulher, Fernanda Tadeu, e os dois filhos, Pedro e Catarina, são agora acompanhados em permanência por um total de 12 elementos da CSP. A decisão foi tomada no passado mês de julho, depois dos atentados terroristas em França.

Mulher de Costa confirma segurança e desmente discussão
Em nota enviada ao CM, a mulher de António Costa, Fernanda Tadeu, confirma o reforço da segurança da família mas nega ter protagonizado uma troca de palavras com populares. "Desconheço a razão de medidas de segurança decididas recentemente pela PSP para mim e para os meus filhos. No entanto, o que sei é que nunca tive, ao contrário do que se refere na vossa notícia, qualquer troca de palavras que não fosse de estímulo e de apoio. Por outro lado, refiro que até ao momento nunca aceitei qualquer acompanhamento policial", diz.
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