Famosos aderem ao 'Eu sou Charlie'

Atentado em Paris gera movimento na internet
Rita Ferro Rodrigues, Iva Domingues, JesuisCharlie
Rita Ferro Rodrigues, Iva Domingues, JesuisCharlie
07 jan 2015 • 22:08
C.T.

O atentado em Paris ocorrido esta quarta-feira, dia 7, está a causar uma onda de indignação nas redes sociais. Alguns famosos decidiram aderir ao movimento de solidariedade 'Je suis Charlie' ['Eu sou Charlie'], com o objetivo de apoiar a liberdade de expressão e homenagear os 12 jornalistas mortos que trabalhavam para o semanário francês 'Charlie Hebdo'.

Várias equipas de televisão partilharam fotografias nas redes sociais. Também os famosos, como as apresentadoras Rita Ferro Rodrigues e Iva Domingues, amigas e criadoras do site Maria  Capaz, partilharam a onda de indignação no Facebook e no Instagram.

O ator Ângelo Rodrigues, namorado de Iva Domingues, também publicou uma fotografia para defender a liberdade de expressão, tal como a apresentadora Ana Sofia Martins e o mágico Luís de Matos. O cantor Sérgio Godinho colocou-a como Foto de Perfil no Facebook.












(Ângelo Rodrigues, Ana Sofia Martins, Luis de Matos e Sérgio Godinho manifestaram-se nas redes sociais)


A banda portuguesa UHF dedicou uma música sua ao acontecimento, partilhada no Facebook.














(Facebook oficial da banda UHF)


A nível internacional, vários famosos estão a entrar também no movimento, como o ator brasileiro Alexandre Nero, da novela 'Império', ou o ator norte-americano 
Mark Rufallo.

 ("Enquanto houver hipócritas, idiotas e intolerantes, a ousadia, o humor e a crítica de homens raros como Wolinksi ainda serão necessários", comentou Alexandre Nero)













(Mark Ruffalo mostra-se chocado com a tirania e defende a liberdade de imprensa)

Já não é a primeira vez que as redes sociais são usadas pelos internautas para mostrarem revolta, união e solidariedade em relação a determinadas causas. Neste caso, a hashtag #CharlieHebdo já acumulou no Twitter mais de 329 mil twits nas últimas horas, por exemplo.

Recorde-se que três homens entraram armados no 'Charlie Hebdo' e dispararam nas instalações. O diretor do semanário, Stephane Charbonnier, foi uma das vítimas mortais, tal como alguns cartoonistas que fizeram com que o semanário causasse revolta entre os extremistas islâmicos. O 'Charlie Hebdo' já tinha publicado em 2011 um cartoon satírico de Maomé, o que causou revolta aos islâmicos, que chegaram a dirigir-lhe várias ameaças de morte.

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