Fátima Lopes renova com TVI mas perde 12 mil euros por mês

Apresentadora passa a ganhar cerca de 18 mil euros por mês. Antes recebia 30 mil.
Fátima Lopes
Fátima Lopes
Foto: Instagram
22 jan 2020 • 01:30
Duarte Faria e Rute Lourenço
Fátima Lopes é a mais recente vítima do corte de ordenados nas televisões portuguesas.

Ao que o CM apurou, a apresentadora prolongou o vínculo com a TVI por mais um ano mas sofreu uma quebra muito significativa no salário: passa a ganhar ‘apenas’ cerca de 18 mil euros. Antes, a estrela da estação de Queluz de Baixo ganhava 30 mil euros/mês. Contas feitas, Fátima Lopes perdeu cerca de 12 mil euros por mês o que, ao fim de um ano de trabalho, representa mais de 140 mil euros.

Questionada pelo CM, Fátima Lopes não se pronunciou sobre o assunto. Já fonte oficial do grupo Media Capital, que detém a TVI, reiterou que o canal não comenta "especulações" sobre as relações contratuais que mantém com os seus apresentadores e atores.

Na semana passada, no programa ‘Depois, Vai-se a Ver e Nada’, de José Pedro Vasconcelos, na RTP 1, Fátima Lopes falou sobre os ordenados das grandes estrelas da televisão. Concordou com a afirmação de que "os apresentadores da televisão merecem todo o dinheiro que ganham".

Pormenores
Há quase 10 anos na TVI
Após 16 anos na SIC, Fátima Lopes mudou-se para a TVI em julho de 2010. No canal de Queluz de Baixo já apresentou programas em vários horários.

Em luta com Júlia e Tânia
Atualmente, apresenta ‘A Tarde é Sua’. À mesma hora, a SIC emite ‘Júlia’, com Júlia Pinheiro, e a RTP 1 ‘A Tarde é Nossa’, com Tânia Ribas de Oliveira.

‘Conta-me’ sai da grelha
Além de ‘A Tarde é Sua’, Fátima é também o rosto de ‘Conta-me Como És’, no qual conversa com convidados famosos. O formato deixou de ser emitido no sábado e o seu futuro é incerto.

Estrelas sofrem cortes nos ordenados
Face às mudanças no mercado, foram várias as estrelas que já tiveram de abrir mão de largos milhares para manter os seus contratos de exclusividade. Há cerca de três anos, Alexandra Lencastre sofreu um corte no ordenado de 50 por cento e dos 16 mil euros que recebia passou a levar para casa oito mil.

Devido aos ajustes, a atriz da TVI deixou a moradia de luxo, em Cascais, e optou por mudar-se para um apartamento em Lisboa, por ter menos despesas fixas.

Uma situação idêntica viveram vários rostos da estação pública.

Catarina Furtado, por exemplo, passou de 24 mil euros para 15 mil euros mensais, enquanto Sónia Araújo viu o valor que recebia ser cortado para metade, passando a auferir seis mil euros por mês.

Na SIC, também houve quem tivesse de se ajustar a novas realidades, como foi o caso de Júlia Pinheiro. De um ordenado de 30 mil euros, a apresentadora passou a receber menos 50 por cento, num total de 15 mil euros por mês.

Cristina e Goucha são reis
Cristina Ferreira e Manuel Luís Goucha continuam a ser os rostos mais bem pagos da televisão portuguesa.

Ao mudar-se para a SIC, em 2018, a apresentadora passou a auferir um salário mensal de 80 mil euros - ao fim de um ano recebeu um milhão de euros.

Já Goucha ganha mensalmente cerca de 50 mil. Tem contrato até 2022.

Pedro Teixeira
A apresentar o programa ‘Mental Samurai’ e prestes a integrar o elenco da nova telenovela da TVI, Pedro Teixeira é visto como um menino de ouro que garante bons resultados à estação.

O ator e apresentador recebe oito mil euros por mês.

Rita Pereira renova
No ano passado, a atriz viu o vínculo que a ligava à TVI renovado.

Rita Pereira manteve o ordenado de 12 mil euros por mês, mas exigiu melhores condições de trabalho, que passam por ter mais tempo para o filho, Lonô. Rita fez saber que prefere apresentar do que representar, pois exige menor carga horária.

Ljubomir
Para voltar a dar vida a ‘pesadelo na cozinha’, ljubomir stanisic exigiu uma casa de campo e 30 mil euros pelo desafio. a tvi aceitou as exigências.

Maria Cerqueira Gomes mantém salário
Maria Cerqueira Gomes está prestes a regressar ao Porto, depois de a experiência ao lado de Manuel Luís Goucha, no programa ‘Você na TV!’, não ter corrido como o previsto.

A nortenha vai continuar a colaborar com a estação de Queluz de Baixo e nas negociações ficou assente que iria manter o ordenado de dez mil euros por mês.
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