Filhas e ex-mulher emocionadas no velório de Maradona

Dalma, a filha mais velha, chegou à Casa Rosada, com uma camisola do pai na mão.
As filhas de Maradona, Dalma e Giannina, com a mãe, Claudia Villafañe
Velório de Maradona, na Casa Rosada, Argentina
Velório de Maradona, na Casa Rosada, Argentina
Velório de Maradona, na Casa Rosada, Argentina
Velório de Maradona, na Casa Rosada, Argentina
As filhas de Maradona, Dalma e Giannina, com a mãe, Claudia Villafañe
Velório de Maradona, na Casa Rosada, Argentina
Velório de Maradona, na Casa Rosada, Argentina
Velório de Maradona, na Casa Rosada, Argentina
Velório de Maradona, na Casa Rosada, Argentina
26 nov 2020 • 10:36
O corpo da lenda do futebol Diego Maradona chegou ao palácio presidencial argentino em Buenos Aires, onde vai decorrer o velório, de acordo com as imagens dos canais desportivos TyC e ESPN.

Centenas de pessoas aguardavam, em fila, no exterior do palácio presidencial para se despedirem do campeão mundial de 1986, no velório público que vai decorrer hoje, das 06:00 às 16:00 (entre as 09:00 e as 19:00 em Lisboa), indicou a presidência argentina.

A ex-mulher do ídolo Claudia Villafañe e as duas filhas, Dalma e Giannina, já se deslocaram à Casa Rosada, sede da presidência da República Argentina.

Dalma tinha na mão uma camisola do pai.

Foram seguidas pelo presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Claudio Tapia, e por vários jogadores e ex-futebolistas, incluindo os companheiros de equipa de Maradona no Campeonato Mundial de 1986, que a 'Albiceleste' ganhou no México. Maradona, considerado um dos melhores futebolistas da história, morreu na sua residência, na Argentina, aos 60 anos, anunciou o agente e amigo Matías Morla.

Segundo a imprensa argentina, Maradona, que treinava os argentinos do Gimnasia y Esgrima, sofreu uma paragem cardíaca na sua vivenda na província de Buenos Aires. A sua carreira de futebolista, de 1976 a 2001, ficou marcada pela conquista, pela Argentina, do Mundial de 1986, no México, e os dois títulos italianos e a Taça UEFA ganhos ao serviço dos italianos do Nápoles. O Presidente da Argentina, Alberto Fernández, decretou três dias de luto nacional pela morte de Maradona.
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