Flávio Furtado recorda dificuldades financeiras: "Tinha um colchão no chão e uns edredons"

Comentador do 'Big Brother' fez confissões sobre a vida privada a Manuel Luís Goucha.
Flávio Furtado
Flávio Furtado e Manuel Luís Goucha
Flávio Furtado e Manuel Luís Goucha
Flávio Furtado
Flávio Furtado
Flávio Furtado
Flávio Furtado
Flávio Furtado e Manuel Luís Goucha
Flávio Furtado e Manuel Luís Goucha
Flávio Furtado
Flávio Furtado
Flávio Furtado
11 fev 2021 • 16:46
Flávio Furtado esteve à conversa com Manuel Luís Goucha no programa das tardes da TVI. À conversa com o apresentador, o comentador do 'Big Brother - Duplo Impacto' falou sobre o início da sua vida profissional e recordou algumas adversidades pelas quais passou. 

Natural dos Açores, o também escritor confessou que passou por várias dificuldades financeiras: "Eu fui estagiar para a 'Nova Gente'... Eu tive que ficar a fechar algumas edições de revista e implicava sair mais tarde, não tinha o meu transporte próprio, então cheguei a ir no inverno às sete da tarde de Sintra a Lisboa"

O comentador chegou a ter de pedir dinheiro aos colegas para conseguir comer."Cheguei a querer almoçar e dizia aos meus colegas 'paga-me o almoço que eu esqueci-me da carteira' porque o que ganhava era contado... nunca contei isto aos meus pais (...) Eu tive que esconder dos meus pais muitas coisas pelas quais passei", afirmou. 

"Eu ganhava 750 euros (...) mas eu quis ter uma casa só minha, então eu ganhava 750 e pagava 450 de renda de casa... Houve uma altura em que tinha um colchão no chão e uns edredons, não tinha sequer frigorífico", disse. 

"Aprende-se a dar valor ao dinheiro", atirou. 
Mais sobre
artigos relacionados
Newsletter
topo