Inês Castel-Branco revela que sofreu dois abortos

Atriz abre o coração e descreve dificuldades por que passou para cumprir o sonho de ser mãe.
Inês Castel-Branco
Inês Castel Branco
Foto: Ricardo Ruella
26 nov 2019 • 19:14
"Desde o momento em que decidi que ia tentar ser mãe até ao Simão nascer passaram muitos anos e tive duas gravidezes que não correram muito bem. Depois descobri que tinha um problema congénito e fui operada e aí veio o Simão, finalmente". Foi desta forma que Inês Castel-Branco abriu o seu coração a Júlia Pinheiro para relembrar o momento difícil que foi para engravidar. 

Como contou, desde criança que sonhava ter filhos, mas quando percebeu que não conseguia começou a culpar-se. "Há uma dose de culpa muito grande porque achas que foste tu, que foi por causa do desporto que fizeste, o cigarro que fumaste, o copo de vinho que bebeste… É duro passar por isto", partilhou.

Os problemas em engravidar foram uma das razões para ditaram o término da relação com Filipe, em 2013, depois de 10 anos juntos. "Teve a ver com muitas coisas, mas é óbvio que isso marca [as dificuldades em engravidar]. E depois, quando finalmente consegues ter um filho, o que isso nos afasta, atenção… De repente. tenho ali o que sempre sonhei e ele [Filipe] passa um bocadinho para outro sítio".

Inês Castel-Branco partilha foto rara com o filho
Inês Castel-Branco partilha foto rara com o filho

Apesar de ser um sonho antigo, a gravidez foi passada com sofrimento e a atriz confessa que não gostou desse período da sua vida. "Odiei estar grávida", admite. "Nos primeiros três meses achei sempre que o ia perder, depois os outros a seguir o único sentimento que tive foi uma fome desgraçada. Não estava muito feliz, achei que ia ser mais feliz a minha gravidez. Comi muito e engordei muito, 33 quilos. Quanto mais engordava mais infeliz ficava…. Mas no segundo em que ele nasceu tudo mudou. Já nada é triste, estás gorda, mas não faz mal".

Durante a entrevista, a filha de Luísa Castel-Branco deixou rasgados elogios ao filho Simão, de nove anos, mas lamenta não lhe ter dado um irmão. "Adorava dar-lhe um irmão ou uma irmã. Acho que viver sem irmãos é uma seca.É o meu grande desgosto em relação a ele, não lhe ter dado um irmão.Mas com o pai também pode dar, ainda pode ter irmãos", concluiu.
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