Joana Amaral Dias comovida com onda de apoio após morte do pai

Psicóloga agradece as centenas de mensagens recebidas: "Todas contam".
05 dez 2019 • 11:21
A viver um momento muito delicado, com a morte do pai, o psicanalista Carlos Amaral Dias, aos 73 anos, Joana Amaral Dias mostrou-se, nas redes sociais, comovida com a onda de apoio e as centenas de mensagens recebidas.

"Agradeço todas as mensagens de pesar, condolências e apoio. Têm sido centenas e, apesar de não conseguir responder, acreditem que todas contam, todas calam fundo e guardo cada uma. Bem haja", escreveu a psicóloga e comentadora da CMTV na sua conta de Instagram, acrescentando os pormenores das cerimónias fúnebres.

"O velório do meu pai realizar-se-á na segunda-feira pelas 18:00h na Basilica da Estrela em Lisboa. Na terça-feira, o funeral começará na Igreja de São José em Coimbra pelas 14.30, seguindo depois para o cemitério da Conchada onde o deixaremos junto aos meus avós".

O psicanalista, recorde-se, morreu dentro da ambulância, quase duas horas depois de ter ligado para a linha de emergência médica.
A situação levou a que o INEM abrisse um inquérito ao socorro do psicanalista para "aferir com rigor todas as circunstâncias relacionadas com a situação e apuramento de eventuais responsabilidades".

Em comunicado, o INEM explica o sucedido: "Na manhã de ontem (03/12/2019), o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) recebeu uma chamada encaminhada pela Central 112, com um pedido de socorro para um homem de 73 anos com queixas de dificuldade respiratória. Tendo em consideração os sinais e sintomas referidos pelo contactante e após realizar a respetiva triagem clínica, o CODU acionou imediatamente uma Ambulância de Socorro dos Bombeiros Voluntários (BV) do Beato". O Instituto de Emergência Médica afirma ainda que "após análise da informação disponível relativamente a esta ocorrência, o Conselho Diretivo do INEM determinou a instauração, no imediato, de um processo de inquérito". 

O serviço coordenado pelo INEM "recebeu a primeira chamada. E depois, todo o processo de socorro, que implicou outras chamadas estendeu-se por quase duas horas ", disse ao CM fonte familiar, sublinhando que o psicanalista "acabou por falecer na ambulância".
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