Juíza dá puxão de orelhas a Bárbara Guimarães

Apresentadora foi chamada à atenção duas vezes por atrasar processo.
A apresentadora Bárbara Guimarães
Bárbara Guimarães
Foto: David Martins
21 set 2016 • 03:00
Catarina Figueiredo e Rute Lourenço
Bárbara Guimarães foi repreendida pela juíza na audiência desta terça-feira do processo de violência doméstica, movido a Manuel Maria Carrilho. "Se não fossem as suas cólicas já tínhamos dado por terminadas estas sessões", afirmou Joana Ferrer, referindo-se à indisposição que fez com que Bárbara faltasse ao julgamento do passado dia 9.

Mas os ‘puxões de orelhas’ não se ficaram por aqui. A apresentadora falhou ainda na entrega de documentos ao tribunal, o que provocou mais uma reprimenda por parte da juíza, que reforçou o facto de Bárbara ter estado num evento no Alentejo, em vez de procurar os papéis que deviam ter sido entregues [pastas com recortes sobre a vida de Bárbara, que Carrilho terá feito].

Esta terça-feira , Bárbara Guimarães passou o dia no Campus de Justiça, em Lisboa, uma vez que, além do processo que já está a decorrer, deu-se início a um novo julgamento que coloca, outra vez, Carrilho no banco dos réus.

O ex-ministro está a ser novamente acusado de violência doméstica, mas por factos que aconteceram após o divórcio, em novembro de 2013. A um coletivo de três juízes, Bárbara acusou o ex-marido de lhe enviar mensagens anónimas ameaçadoras, bem como ao seu ex-namorado, Kiki Neves.

"O conteúdo das mensagens só pode ter sido enviado por ele. A maneira de escrever e a linguagem é a dele. Ele tem e sempre teve uma forma ordinária de se expressar", disse Bárbara.

A apresentadora relembrou ainda o dia 21 de maio de 2014, em que garante que o ‘ex’ invadiu a sua casa enquanto dormia. Diz ter provas da agressão, mas Carrilho frisa que é tudo manipulado.
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