Madonna conta como o coronavírus passou por ela

Cantora nunca soube que estava infetada mas decidiu agora pôr os pontos nos is. “Não estou doente”, garante.
Madonna
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22 mai 2020 • 15:10
Miguel Azevedo
Madonna surpreendeu tudo e todos ao revelar, através de um post nas redes sociais, que contraiu o Covid-19 durante a sua digressão ‘Madame X’, em Paris, mas na verdade a rainha da pop esteve infetada com o novo coronavírus sem o saber.

"Senti-me doente no final da digressão, em Paris, há sete semanas, assim como muitos outros artistas do meu espetáculo, mas, na altura, todos achámos que era apenas uma gripe muito forte", descreveu a cantora, que só quando recentemente realizou o teste descobriu a presença de anticorpos à doença. "Quando o teste dá positivo, significa que se teve o vírus."

Recorde-se que Madonna iniciou a sua digressão em França (com várias datas em Paris) a 22 de fevereiro, mesmo no início da pandemia naquele país, sendo que só dois dias depois é que viria a registar-se o primeiro óbito por Covid-19 em França, um homem de 60 anos, professor de tecnologia e vereador municipal em Vaumoise.

Os dois últimos espetáculos de Madonna em Paris, a 10 e 11 de março viriam mesmo a ser cancelados por conta da pandemia, quando o país já contabilizava centenas de pessoas infetadas. Na altura, Madonna e a sua equipa já carregavam o vírus mas ainda não sabiam.

A notícia foi dada e esclarecida recentemente pela própria cantora, quando já circulavam alguns rumores sobre o seu estado de saúde.

"Atualmente não estou doente. Graças a Deus agora estamos todos saudáveis e bem"
, escreveu. "No outro dia fiz um teste e descobri que tenho os anticorpos do coronavírus. Assim sendo, amanhã vou dar um longo passeio de carro, baixar a janela e respirar o ar da Covid-19"″, brincou a cantora num vídeo partilhado através da sua conta de Instagram.

Madonna que doou, entretanto, um milhão de euros à investigação de uma vacina contra a Covid-19, juntou-se a outras celebridades como Jane Fonda, Robert de Niro e também a alguns vencedores do Prémio Nobel, a exigir uma mudança radical no mundo e estilo de vida, após a pandemia, como forma de salvar o planeta.
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