Maria Botelho Moniz esconde passado de sangue azul

Antepassados da apresentadora que vai dar a cara pelas emissões extra do ‘Big Brother’ ascendem de condes. jovem sofre preconceito: “Às vezes há essa reticência”
Maria Botelho Moniz
Maria Botelho Moniz
Maria Botelho Moniz
Maria Botelho Moniz
Maria Botelho Moniz
Maria Botelho Moniz
11 abr 2020 • 15:52
André Filipe Oliveira
Um novo capítulo começa agora a ser escrito na vida de Maria Botelho Moniz. A apresentadora, de 36 anos, que se mudou, em janeiro, da SIC para a TVI para conduzir as emissões extra do renovado ‘Big Brother’, esconde um passado ligado à nobreza. Os progenitores da nova estrela de Queluz de Baixo, Maria Cabral Raposo e José Botelho Moniz, são ascendentes de condes e fidalgos.

A mais próxima do título real é a bisavó materna, Pureza José de Mello, filha de D. António Vasco de Melo da Silva César e Menezes, 12º conde de São Lourenço. Do lado paterno, o bisavó, Jorge Augusto Botelho Moniz, foi Oficial do Exército e fundador do Radio Club Português. A árvore genealógica de Maria Botelho Moniz consta na plataforma Geneall, um projeto de Genealogia de caráter científico e cultural.

Os títulos destes antepassados do antigo rosto do ‘Curto Circuito’ valeram já algumas lutas contra o preconceito. "Já senti estigma do meu nome ter um peso. As pessoas que não me conhecem, se calhar ouvem um nome com dois apelidos e de repente pensam: ‘Ela conhece alguém ou o pai era não sei o quê…’. Às vezes há essa reticência. Depois é o que eu faço com isso. Como eu desconstruo essa ideia preconcebida", disse em conversa com Daniel Oliveira.

Viciada em reality shows
Focada na vida profissional, Maria Botelho Moniz, que aguarda ansiosamente pela estreia no ‘Big Brother’, desmistificou alguns tabus relacionados com o programa: "Adoro reality shows e não tenho pudor em dizê-lo. Acho que estes programas em Portugal têm má fama. É muito injusto. Há formatos muito bons e há pessoas que saem desses programas com muito potencial nas mais diversas áreas. Lá fora é comum." O preconceito associado até agora, acredita, está relacionado com o eventual desgaste do formato. "Foram feitos muitos, muitos reality shows de seguida. Alguns descambaram. O segredo é o casting. Quanto mais diversas foram as pessoas melhor", apontou Maria.
Mais sobre
artigos relacionados
Newsletter
topo