Maria Botelho Moniz recorda perseguição de admirador: "Falava como se me estivesse a ver"

Apresentadora foi ameaçada nas redes sociais durante vários anos. Levou caso aos Tribunais.
Maria Botelho Moniz
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28 nov 2020 • 01:30
André Filipe Oliveira
Prestes a assumir o lugar na apresentação nas manhãs da TVI, Maria Botelho Moniz lembrou um dos maiores pesadelos que viveu, quando apresentava o ‘Curto Circuito’, na SIC Radical: a perseguição de um admirador secreto. “Eu tive um processo no Ministério Público por causa de um ataque nas redes sociais. Eu fui perseguida e não aconteceu nada. Não conseguiram chegar à pessoa”, explicou durante o ‘Extra’ do ‘Big Brother’ revelando-se solidária com a concorrente Jéssica Antunes, alvo de vários comentários negativos.

O caso prolongou-se por “ três ou quatro anos” mas acabou arquivado. A apresentadora nunca conseguiu descobrir a identidade do stalker, mas não esqueceu aquilo que este a fez passar. “Muitas vezes, falava como se me estivesse a ver. Começava a receber mensagens nos perfis do programa a dizer que ‘estou no Parque de Holanda à tua espera’. Quantas vezes saí dos estúdios acompanhada”. A situação tomou proporções mais graves ao atingir a família de Maria. “Dizia-me: ‘Vi a tua mãe não sei onde. Faço-lhe isto, aquilo’”.

Nas manhãs em janeiro
A partir de 4 de janeiro de 2021, Maria Botelho Moniz e Cláudio Ramos assumem a condução das manhãs da TVI. O formato intitulado ‘Dois Às 10’ promete muita animação. Para a apresentadora este é um passo importante: “Vou realizar um sonho com o meu amigo”.
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