Ministra da Agricultura adota nome de solteira

Governante deixa de usar o apelido do marido após separação. Já passou a assinar Maria do Céu Antunes na sua página oficial de Facebook.
Maria do Céu Albuquerque, a ministra da Agricultura
Maria do Céu Albuquerque, a ministra da Agricultura
Foto: Lusa
29 jul 2020 • 01:30
João Saramago e Vânia Nunes

Maria do Céu Albuquerque, a ministra da Agricultura, está divorciada do ex-companheiro e tomou a decisão de deixar de usar o apelido de casada.

A governante passou agora a adotar o seu nome de solteira nas várias vertentes da sua vida. Na sua página oficial de Facebook, por exemplo, já se pode ver essa mudança, tendo o perfil sido alterado para Maria do Céu Antunes.

A mudança de apelido na sequência do divórcio é automática e não implica quaisquer custos junto do Instituto dos Registos e do Notariado. "A lei pressupõe que após o divórcio o cônjuge divorciado perca os apelidos adotados se nada for diligenciado ou decidido em contrário", refere o boletim da Direção-Geral dos Registos e do Notariado. A norma de 1980 enquadra, contudo, duas exceções. A manutenção do apelido ocorre mediante autorização do ex-cônjuge. Ou então, por decisão do tribunal, na sequência da apresentação de motivos de ordem económica e social. Um dos exemplos mais frequentes é o apelido constar do nome profissional pelo qual é conhecido o ex-cônjuge.

Maria do Céu Antunes tem 49 anos e casou-se ainda jovem. Tem duas filhas, uma de 22 e outra de 24 anos. Chegou ao Governo na legislatura anterior e é a segunda mulher a ocupar o cargo de ministra da Agricultura, depois de Assunção Cristas.

Antes, tinha sido presidente da Câmara Municipal de Abrantes durante nove anos, cidade onde nasceu.

No âmbito académico, é licenciada em Bioquímica e realizou uma pós-graduação em Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar.n

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