Nadador-salvador de Portimão: "Esta é uma praia muito segura"

“Vento faz voar chapéus de sol, é perigoso”, afirma Jorge Pinto.
Jorge Pinto
Jorge Pinto
Foto: Pedro Noel da Luz
06 jul 2019 • 06:00
CM - Qual o pedido mais exótico que já lhe foi feito?
– Uma vez um homem veio pedir-me para retirar da praia outro indivíduo que usava uma tanga muito reveladora. Disse--lhe que tinha mais que fazer....

- Qual a situação mais estranha que já viu na praia?
– Vejo muitas vezes pessoas a enterrar beatas na areia, como se fossem nascer na praia, e também os plásticos que voam e ninguém liga.

- Já lhe fizeram alguma proposta irrecusável?
– Não, ainda nunca me fizeram um proposta irrecusável, mas, se for boa, eu estou solteiro! A praia também é para nos divertirmos.

- Qual o momento de maior risco que viveu?
– Numa tive aqui uma situação complicada. O mar é calmo. Só quando a ondulação é forte, de Sueste, é necessário cuidado. O mais perigoso é quando o vento arranca os chapéus de sol. Já vi um bater perto do rosto de um banhista.

- Os veraneantes devem frequentar esta praia porque...
– É uma praia com pouca corrente e por isso com poucos riscos, além de ter uma faixa de areia muito grande para passear. Oferece muita segurança, pois tem muitos nadadores- -salvadores e apoios balneares que são de excelência.

PERFIL
Jorge Pinto, de 54 anos, é do Rio de Janeiro, Brasil, e está em Portugal há 33 anos. Vive em Portimão . Chegou a ser empresário da restauração, mas agora é nadador-salvador "por amor à profissão e necessidade financeira".
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