Toy: "Casamento foi prenda de Natal"

Toy, cantor, casa-se hoje em segundas núpcias com Daniela numa cerimónia privada sem convidados ou testemunhas. O casamento tradicional fica adiado
A voz de ‘Chama o António’ viveu 25 anos com Tina, de quem tem dois filhos
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Foto: TV Guia
07 jan 2010 • 08:34

Toy, cantor, casa-se hoje em segundas núpcias com Daniela numa cerimónia privada sem convidados ou testemunhas. O casamento tradicional fica adiado e a cerimónia religiosa não está excluída. Filhos comuns também não.

– Casa-se hoje numa cerimónia civil tão íntima que nem testemunhas tem. Porquê tanta discrição?

– O que vamos fazer hoje é apenas regularizar uma situação que existe desde que vivemos juntos. Sinto que já sou casado com a Daniela há mais tempo, hoje resolvemos só a parte burocrática. Se há regras, cumprimo-las, não é?

– Não é linear, afinal, se já se sente casado que mudança é esperada?

– Mudança nenhuma, mas a oficialização do acto corresponde a um desejo de formalidade... Se existem meios para regularizar situações, porque não usá-los? É como ter um relógio e usá-lo no pulso ou ter uma canção e registá-la na Sociedade Portuguesa de Autores... Trata-se de registar um acontecimento.

– Para cantor romântico, está a revelar-se um noivo muito pragmático...

– Então dizer que já me sinto casado não é romântico? A Daniela, como toda a menina e moça, sonha casar como manda a tradição. Este casamento foi a minha prenda de Natal. E, hoje, vai ser um dia só para nós mas, mais tarde, compensamos com a festa tradicional.

– E anularia o anterior casamento que sacramentou uma relação de 25 anos por nova união religiosa?

– A minha única preocupação a esse respeito é para com a felicidade dos meus filhos e essa está salvaguardada. E não sei se a solução para casar uma segunda vez pela Igreja Católica exige a anulação da primeira. Eu já vi acontecer. Não sei como foi feito, mas vou saber.

– Pensam ter filhos em comum?

– Eu tenho um filho e uma filha, a Daniela tem uma filha e penso que faria todo o sentido haver um filho comum , capaz de estabelecer a ponte entre os irmãos que não são irmãos. Penso que faz falta mais um, sim! 

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