Toy esclarece declarações sobre sexo: "Um viciado é um louco"

O cantor tinha dito num podcast que tinha "de fazer amor todos os dias" senão ficava mal-disposto
Daniela e Toy
Toy, Daniela
Daniela confessou que é fã do Toy desde pequena e que sempre ouviu as suas músicas.
Daniela e Toy
Toy, Daniela
Daniela confessou que é fã do Toy desde pequena e que sempre ouviu as suas músicas.
18 out 2021 • 12:09
Em setembro, Toy, de 58 anos, participou no podcast 'Sexo com Sentido' onde partilhou algumas inconfidencias mais íntimas. "A minha máxima de vida é que as três melhores coisas da vida são duas: sexo. Adoro mesmo. Gosto muito", disse."Quando se tem o parceiro certo, a coisa funciona muito bem. É estranho o que eu vou dizer, mas eu tenho de fazer amor todos os dias. Se eu não fizer, ando mal-disposto".

O cantor chegou, inclusive, a frisar que já tinha ido ao médico por ser viciado em sexo. "Eu casei-me a primeira vez com 17 anos... A pessoa com quem eu estava casado trabalhava e conversava com colegas. As mulheres conversam, não é? E ela chegava a casa e dizia: 'Não é possível. Tens de ir ao médico'. E fui... E era uma coisa qualquer que tem a ver com vício'", disse no podcast a Beatriz Gosta.

Toy confessou à revista 'Nova Gente' não ter ficado agradado com as repercussões que as suas declarações tiveram, tal como a sua mulher, Daniela. "Não achou muita piada e eu também não. As pessoas vão dizer: 'se não querias que se soubesse, não dizias'. Ok. Mas se estou a dar uma entrevista para um determinado contexto, onde a temática era o sexo… Ora, se é sobre sexo, não iria falar sobre vinho", começou por dizer.

"
E, obviamente, se as perguntas são colocadas, eu respondo. E aí tenho duas hipóteses: ou sou mentiroso ou verdadeiro. Também podia ser hipócrita e fazer de mim o ser humano mais perfeito do mundo e digo tudo o que as pessoas querem ouvir", afirmou.

Em jeito de conclusão, o cantor garantiu que não é viciado em sexo. "Se me perguntam como é a vida sexual de um homem depois dos 50 anos, respondo que não sei como são os outros. Sei, por conversas com amigos, que uns são mais ativos, e a resposta vem por aí fora. Viciado não sou. Um viciado é um louco. Provavelmente, tive momentos na minha vida – mais jovem – em que tinha ainda mais apetência".
Mais sobre
artigos relacionados
Newsletter
topo