Vítor Ennes: "A noite está cada vez mais perigosa"

O modelo foi agredido à porta da discoteca Twins, em Lisboa, depois de ter tentado ajudar a amiga Mariana Romba, que pensava estar a ser assaltada
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Foto: Mariline Alves
14 fev 2011 • 12:30

Vítor Ennes foi agredido à porta da discoteca Twins, em Lisboa, depois de ter tentado ajudar a amiga Mariana Romba, que pensava estar a ser vítima de assalto. Após o susto, o modelo acabou por se divertir na noite.

– Por que razão foi agredido?

– Estava a preparar-me para entrar no Twins quando vi a amiga que estava comigo a fugir de dois rapazes e a gritar. Pensava que era uma tentativa de assalto, fui acudi-la e acabei por ser agredido. Inicialmente, estavam dois rapazes à volta da Mariana e quando dei por mim já lá estavam umas dez pessoas.

– Ficou com algumas mazelas da agressão?

– Não. Fiquei apenas com a cara um pouco inchada e tive de pôr gelo. Nada mais, mas este episódio faz-me concluir que a noite está cada vez mais perigosa.

– Já lhe tinha acontecido alguma coisa do género?

– Foi a primeira vez, mas também não sou nada de me envolver neste tipo de confusões. Mas hoje em dia já não é preciso motivo nenhum. Qualquer coisa é suficiente para desencadear uma cena de violência.

– Já teve oportunidade de contar o que aconteceu à sua namorada [a modelo Samanta Castilho]?

– Ainda não contei e não sei se o vou fazer. Se calhar, ela vai saber pela imprensa.

– Preocupa-o que possa acontecer alguma coisa semelhante com ela?

– Preocupa-me, mas ela também não é muito de sair à noite e isso descansa-me imenso. Mas quando sai fico sempre muito preocupado, porque isto está mesmo muito perigoso. A minha mãe é luso-brasileira e vou muitas vezes ao Brasil. Sempre achei que aqui é que havia segurança, mas hoje em dia a diferença já não é muita.

– No Brasil, alguma vez presenciou alguma cena de assalto ou violência?

– Comigo nunca aconteceu nada, mas cheguei a presenciar alguns assaltos.

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