Baixos níveis de exigência

Atrás de um homem que concilia televisão, espetáculos ao vivo, filmes e uma banda, há sempre uma mulher compreensiva.
21 jan 2017 • 00:30
Leonardo Ralha
Chegado o momento de arrancar com ‘Agarra a Música’, a nova aposta da SIC para as noites de domingo, João Paulo Rodrigues recordou o que aprendeu com Júlia Pinheiro, claramente a santa padroeira das metáforas audiovisuais. "Ensinou-me que cada programa novo é um osso cheio de carne para roer. O outro osso já foi e agora temos de tratar deste", disse à ‘Caras’ o polivalente humorista de 39 anos, "muito entusiasmado" por trabalhar com Cláudia Vieira e decerto aliviado por encontrar uma entrevistadora que não lhe fez perguntas acerca do impacto de partilhar estúdio com Luciana Abreu, que foi sua namorada no início do século. 

Dividido entre programa diário e semanal na televisão, os espetáculos ao vivo que vai fazendo com Pedro Alves, um filme que irá estrear no fim do ano e uma banda de música, João Paulo Rodrigues – de quem um amigo psicólogo disse ser um provável "hiperativo não diagnosticado" – garante que só consegue conciliar tudo graças ao apoio da mulher, mãe das suas duas filhas. "Se tivesse ao meu lado alguém que exigisse mais de mim, provavelmente não teria chegado onde cheguei", admite, naquilo que será um dos elogios mais questionáveis feitos até hoje por um marido a uma mulher.
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