Maravilhas do mundo televisivo

Rapidez, dinâmica e uma quantidade desmesurada de gente à volta continuam a fascinar a atriz.
11 mar 2017 • 00:30
Leonardo Ralha
Houve tempos em que Sofia Arruda, chegada à adolescência com a série ‘Super Pai’, via a televisão como ocupação de tempos livres. "As minhas amigas iam para a natação e eu ia para o estúdio gravar", disse à ‘Nova Gente’ a atriz de 28 anos, quase todos vividos à frente das câmaras, apesar de garantir que não sonha ser uma vedeta.

"As minhas ambições não passam pelo estrelato e, às vezes, quando nós queremos o céu, torna-se uma luta porque é exaustivo", explica quem se vai contentando em "desestabilizar Alfama" com a personagem que interpreta na telenovela ‘Amor Maior’.

Trata-se de "uma rapariga que tem muita aptidão para a dança, tem um corpo jeitosinho e gosta muito que olhem para ela". É mais um desafio para alguém que divide o tempo entre o teatro e a televisão, na qual começou e onde se sente mais à vontade. "Gosto muito do facto de todos os dias termos textos novos. Gosto dessa rapidez, da dinâmica, de termos muita gente à nossa volta, os câmaras e os realizadores, mais 30 mil colegas, mais figurantes, um corrupio!", sintetizou, num manifesto exagero, pois se ela tivesse mesmo 30 mil colegas, e metade fossem mulheres, já se teriam esgotado as reservas mundiais de silicone.   

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