Natural da cidade dos motoristas

Sharam Diniz descobriu os transportes públicos quando saiu de Luanda para estudar em Inglaterra.
25 mar 2017 • 00:30
Leonardo Ralha
Uma passagem por Portugal, para promover a sua marca de extensões de cabelo, levou Sharam Diniz a dar-se a conhecer em várias entrevistas. A luso-angolana começou por denunciar à ‘Caras’ o racismo da moda.

"A manequim negra tem de ser praticamente perfeita. Uma manequim branca pode ter o peito grande e fazer desfiles de alta costura. Mas se uma manequim negra tiver curvas, já não faz", acusou, sem nunca ter reparado na ariana bronzeada Tyra Banks.

A própria Sharam teve de fazer sacrifícios. "Sou magra, mas tenho sangue africano. Por isso, tenho tendência para engordar" disse, com um determinismo antropológico que assegurará boicotes de associações de estudantes às suas futuras conferências.

Noutra entrevista, à ‘Lux’, recordou que descobriu as maravilhas de andar a pé ou usar transportes públicos ao estudar em Inglaterra. "Quando me ouvem dizer que tinha um motorista que me levava à escola e que tínhamos uma empregada doméstica que fazia o almoço, as pessoas acham que eu venho de uma família rica... Mas não. É algo cultural em Luanda", garantiu, numa demonstração perfeita de que a realidade é aquilo que fazemos dela.

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