Pormenores de um festival

À semelhança do que aconteceu com outros festivais este ano, também o Paredes de Coura começou cedo a registar resultados inesperados.
12 ago 2017 • 00:30
Miguel Azevedo
VENDAS... À semelhança do que aconteceu com outros festivais este ano, também o Paredes de Coura começou cedo a registar resultados inesperados. A um mês de abrir as portas, o festival já estava trinta por cento acima das vendas de 2016.

Fã especial... Desde que em 2012 decidiu fazer-se ao Tabuão num bote de borracha, a tocar guitarra, Erlend Øye, dos Kings of Convenience, ficou fã incondicional do Paredes de Coura. Hoje acompanha religiosamente com um like todas as publicações do festival.

Os primeiros... Este ano, o cartaz do Paredes de Coura foi "fechado de trás para a frente". A primeira banda contratada foram os britânicos Foals. A prioridade foi fechar o sábado por causa da concorrência dos outros festivais. Os produtores já sabem: é que esse é sempre, por norma, o dia mais procurado.

Irrecusável... Já o cartaz deste ano estava fechado quando apareceram dois nomes a que não foi possível dizer que não: Nick Murphy e Lightning Bolt. Já em 2015 o cartaz estava fechado quando apareceu Lykke Li.

Livro... Há dois anos, a organização do Paredes de Coura lançou um livro de memórias que se ficou por uma edição limitada. Para o ano vem outro, desta feita só de fotografias com imagens feitas por 24 profissionais que já passaram pelo festival.

Segurança... Num ano em que a segurança foi reforçada em vários festivais do país, também o Paredes de Coura não descurou. Este ano, vão estar no recinto mais polícias à paisana e a organização admite também uma revista mais minuciosa aos festivaleiros.
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