Tesouro pouco explorado

O nome de Marco Oliveira pode não ser dos mais mediáticos no meio do fado, mas é certamente um dos mais inspirados.
10 mar 2018 • 00:30
Miguel Azevedo
Marco Oliveira... O nome de Marco Oliveira pode não ser dos mais mediáticos no meio do fado, mas é certamente um dos mais inspirados. É uma espécie de tesouro ainda pouco explorado da canção de Lisboa, pelo menos pela grande maioria. Os que o conhecem, no entanto, querem-no por perto. Ele celebrou a Passagem de Ano em Nova Iorque em casa de Madonna, cantou no aniversário de Giancarlo Giammetti, companheiro do famoso estilista Valentino, e ainda recentemente atuou em Londres, no Songlines Fado Series. Por cá atua no próximo dia 13 de março num concerto único no São Luiz na companhia de Ricardo Parreira na guitarra portuguesa, de Carlos Barretto no contrabaixo e de Diogo Duque nos sopros. Por essa altura revelará alguns temas novos do próximo disco.

Dead Combo... A cumprirem 15 anos de carreira, os Dead Combo preparam o lançamento do próximo disco de originais que contará, pela primeira vez, com um produtor exterior à banda, Alain Johannes, nome que já trabalhou com Queens of the Stone Age, Chris Cornell, Artic Monkeys ou PJ Harvey. Enquanto isso, Pedro Gonçalves e Tó Trips apresentam-se dia 17 de março no Centro de Artes de Águeda para uma viagem cinematográfica e multissensorial.

MIL... A cidade de Lisboa vai voltar a receber o segundo festival e convenção dedicada à música popular alternativa e independente (MIL – Lisbon International Music Network), nos dias 4, 5 e 6 de abril. O programa conta com mais de 60 artistas internacionais e nacionais de relevo. A festa de abertura está marcada para o dia 4 de abril no B.Leza e junta PAUS, The Legendary Tigerman e Capitão Fausto num espetáculo inédito.
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