Os milhares que sábado desfilaram pelas ruas das cidades numa enérgica reprovação do racismo e da discriminação não mereciam ver a sua ação manchada pela exibição de um cartaz imbecil, completamente contrário ao espírito da iniciativa.
“A ferida aberta” do racismo sistémico nos Estados Unidos, como Joe Biden se referiu ao tema da morte de um cidadão afro-americano às mãos - ao joelho - de um polícia não vai sarar apenas com simples desejos de mudança.
Não está em causa a bondade do conjunto de medidas idealizadas para impedir que as praias se tornem numa ilha sem regras neste esforço conjunto de evitar a propagação da pandemia.
Terminou o tempo da inocência, o das cantigas nas janelas e da solidariedade com uma lágrima a bailar.
Estamos perante uma superior manifestação cultural, mas a atitude correta é passar ao lado desta edição.
Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil sem nunca mascarar a sua personalidade.
O ‘verdadeiro’ 25 de Abril foi vivido nas varandas, com a entoação de Grândola, uma celebração sentida de um poema enviado por José Afonso, em 1964, numa primeira versão, à Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, após ter lá atuado.
Perigosa decisão esta que faz tábua rasa das advertências com que diariamente somos massacrados.
A posição de Rui Rio vai ao encontro do senso comum, de cerrarmos fileiras em tempos de crise, afinal o mais básico exigido aos escolhidos para defender as pretensões de quem vota em busca de um futuro melhor.
Discurso errático e irresponsável de Donald Trump face à pandemia pode custar caro ao presidente dos Estados Unidos.
Numa altura do 'Estamos Juntos' e 'Vai Ficar Tudo Bem', o que menos precisamos é da imbecilidade e criancices de políticos.
A tenebrosa dúvida ganha consistência, mesmo que a calemos para não acordar o Diabo.
Reis? Pelé, Eusébio e a personagem Reizinho, de Jô Soares, o monarca de baixa estatura mas grande ego.
Naomi Seibt defende, no seu canal no YouTube, um conjunto de teses que são música celestial para os ouvidos de Trump.