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Querido Tio Marcelo
por Luísa Jeremias
Não há memória de um presidente com esta forma simples de abordar a vida.
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SEGUNDA-FEIRA 03 DEZEMBRO - 12H
Sábado, feriado da independência, Belém. Marcelo, o presidente, atravessa a rua na passadeira, todo lampeiro, a caminho do palácio.

Vai sorridente, aquele olho azul, aquele ar impecável de banho tomado e cheirinho a sabonete. A assessora vem atrás, incapaz de o abrandar, mais um ou dois seguranças... e chega.

Marcelo cumprimenta uma transeunte, mete-se com a criança, brinca, dá uma beijoca e segue o seu caminho. Depois de Soares, que era possível encontrar a tomar uma bica nos Pastéis, não há memória de um presidente com esta forma simples de abordar a vida.

É esse o grande legado de Marcelo: o do positivismo de olhar o dia a dia. Por difícil que este seja. Não fui só eu que sorri, ao parar o carro, para deixar passar o Presidente.

Sorrimos todos os que ali andávamos. Orgulhosos da informalidade. Porque com sorrisos e beijocas tudo fica mais fácil.
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