Improváveis da semana

Patrick Watson chamou a palco Ana Moura e juntos recordaram Lhasa de Sela.
08 dez 2018 • 01:30
Miguel Azevedo
Ana Moura...
Demorou três anos o reencontro de Portugal com Patrick Watson. Se muitos se lembravam da última noite de 28 de novembro de 2015, quando o Coliseu de Lisboa recebeu de coração apertado a música arrebatadora do australiano, desta feita, a nova passagem do Sr. Watson por Portugal jamais será esquecida. No LX factory, em Lisboa, o músico lembrou-se de fazer subir ao palco uma convidada improvável: Ana Moura. E como se não bastasse os dois recordaram Lhasa de Sela, cantora norte-americana falecida há oito anos que era uma apaixonada por fado. De caminho ainda improvisaram uma música. "Quando me perguntarem onde sonho cantar vou responder que é neste lugar para onde o Patrick me levou", escreveu a fadista.

Celine Dion...
A cantora foi acusada por um padre norte-americano de promover o satanismo. Tudo por causa da sua marca de roupa infantil Celinununu que é apresentada como unissexo. Ora John Esseff, padre católico da Pensilvânia, sobejamente conhecido pelos seus exorcismos, considera que a ausência de distinção entre géneros é obra do Diabo. "Quando um bebé nasce, dizemos logo se é rapaz ou rapariga. É a coisa mais natural do Mundo. Dizer que não há diferenças é demoníaco", justificou.

Kanye West...
O rapper foi abrigado a retratar-se publicamente depois de ter sido ‘apanhado’ com o telemóvel durante uma apresentação do musical ‘Cher’, na Broadway. Denunciado pelo ator Jarrod Spector, que interpreta Sonny Bono ("É fixe que cá estejas Kanye West mas se tirares os olhos do telemóvel vais perceber que estamos a dar um espetáculo", escreveu), Kanye West não teve outra saída: "Peço desculpa pela minha falta de etiqueta", respondeu.
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