Opinião
O balanço deste ano
por Miguel Azevedo
O mundo da música deixa-nos, este ano, alguma pérolas de bastidores.
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SÁBADO 29 DEZEMBRO - 00H
Para lá das canções tocadas e ouvidas, dos discos vendidos e dos espetáculos dados, o mundo da música deixa-nos, este ano, alguma pérolas de bastidores. o rapper T.I. lançou um vídeo com uma sósia de Melania Trump a fazer striptease na Sala Oval (e assim se transformou em inimigo público nº 1 da Casa Branca). 

Ariana Grande foi acidentalmente apalpada por um bispo no decorrer do funeral de Aretha Franklin; Tm Booth, dos James, chamou "cretino" a Morrissey; Celine Dion foi acusada de promover o satanismo; Rihanna proibiu Donald Trump de usar músicas suas nos comícios e, nos Grammy, a estrondosa derrota do ‘Despacito’ (música mais ouvida de 2017) levantou acusações de "discriminação".

Damon Albarn revelou que só fuma erva quando está em estúdio; Cat Power (a senhora que gravou um dos discos deste ano) confessou que deixou a editora depois de lhe terem pedido para imitar Adele e as Spice Girls foram anunciadas como possível nome para a próxima edição de Glastonbury (alguns já lhe chamam uma "heresia").

Por cá, quando os U2 tocaram na Altice Arena, Bono quis fazer um agrado e um elogio a Lisboa mas acabou a cometer uma gafe monumental quando decidiu enumerar três ‘heróis’ de Lisboa que, na verdade, não o são: Eusébio, Cristiano Ronaldo e José Saramago.

Madonna deu que falar por causa de um polémico estacionamento automóvel de 15 viaturas no Palácio de Pombal, (a imprensa estrangeira chegou a falar em "tempestade política" em Lisboa) e, à sua maneira, Rui Reininho revelou que a única droga que nunca experimentou, na vida, foi o... clister.
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